- 200 ml chá gelado Mint Love da Moncloa Tea Boutique
- 1 folha de couve
- 1 talo de aipo
- Meia maçã vermelha com casca
- 1 copo de cubos de gelo preparados com chá Mint Love
- Fatias de laranja
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
MONCLOA TEA BOUTIQUE, EMPRESA AMIGA DO PARQUE BARIGUI SUGERE CHÁS GELADOS PARA O VERÃO
Os chás gelados da Moncloa Tea Boutique são uma ótima opção para as altas temperaturas do verão. Além de refrescar e hidratar o organismo, o chá é uma bebida rica em vitaminas e minerais que podem trazer muitos benefícios à saúde.
O Oh Berry (chá oolong e framboesa), por exemplo, funciona como estimulante, adstringente, antioxidante natural e acelerador do metabolismo. O Apfeltraum (maçã, canela, gengibre e cardamomo) é digestivo, depurativo, desintoxicante e purificador do sangue.
Na carta de chás da Moncloa há outras sugestões de chás gelados, como o Mint Love (chá verde, chá branco, laranja e menta), oFresh Blosson (hibisco, abacaxi, hortelã, maracujá e morango), oVerano (chá verde, melissa, laranja e capim-limão), o Tahiti Lime (limão, rosa mosqueta, hortelã, amora, gengibre e coentro) e o Sweet Mulberry(chá branco, papaia, maçã, amora e jasmim).
A tea sommelier Thalita Ferronato, que assina a carta de chás da Moncloa e representa a marca argentina El CLub del Té no Brasil, explica que para preparar o chá gelado é preciso dobrar a quantidade de erva para manter o sabor. Isso acontece porque normalmente, além da quantidade indicada de água as pessoas servem a bebida com gelo. “Outra ideia é fazer gelos de chá, que podem ser utilizados também para saborizar água, sucos e drinks”. A tea sommelier sugere ainda a utilização de chás em receitas como o suco verde Mint Love, que potencializa os benefícios do tradicional suco verde.
Suco Verde Mint Love
*receita elaborada pela tea sommelier Thalita Ferronato
Ingredientes:
Modo de preparo:
Prepare o chá Mint Love em 200 ml de água a 80º C durante 3 minutos. Não se esqueça de dobrar a quantidade de erva indicada (no caso uma colher de chá para cada 200 ml de água quente). Despeje o líquido no liquidificador com os gelos Mint Love. Junte a maçã, o aipo, a couve e bata. Sirva com as fatias de laranja no copo.
Sobre a MONCLOA TEA BOUTIQUE, EMPRESA AMIGA DO PARQUE BARIGUI
Inspirada no charme e design dos melhores chás da Europa e Estados Unidos, a Moncloa Tea Boutique traz o conceito de chá gourmet com uma carta de chás composta de 25 sabores de vários lugares do mundo. A bebida é servida no local nas opções quente e gelada e vendida em latas ou pacotes de 45g. Bolachas, biscoitos, alfajores e waffles fazem parte do cardápio. Na boutique há também acessórios para o consumo da bebida, selecionados pela qualidade e pelo design.
Serviço:
Moncloa Tea Boutique
Endereço: Pátio Batel – Piso L3 Loja 310 (Av. do Batel, 1868 I Batel I Curitiba-PR)
Horário de funcionamento: 10h às 22h (2ª a sábado) e 14h às 20h (domingos e feriados)
Telefone: 41 3020-3414
E-mail: contato@moncloa.com.br
Fonte: Sorttie Soluções Criativas
Maria Amin I (41) 9982-8240 I maria@sorttie.com.br
Juliana Ceccatto I (41) 8883-0194 I juckto@sorttie.com.br
(41) 3024-8003 I contato@sorttie.com.br
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Dicas de como se alimentar corretamente durante o Carnaval
A busca pela boa forma física e a alteração nos hábitos alimentares são muito comuns no verão e no período de carnaval, em que a maioria das pessoas estão na folia dos trios elétricos ou procuram os litorais com suas belas praias, e é claro que todos querem estar em sua melhor forma.
Algumas pessoas podem se sentir mais indispostas para comer, no verão, devido à própria temperatura, ou mesmo, por uma alimentação inadequada, com longos períodos de jejum, a falta do café da manhã, a ingestão de alimentados gordurosos e, principalmente, a ausência de líquidos durante o dia.
Em períodos de dias mais quentes, não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.
Nesta época, o organismo necessita de um consumo maior de líquidos para compensar as perdas de água e eletrólitos decorrentes da transpiração.
Como ocorre uma diminuição do metabolismo basal dos indivíduos, a quantidade de calorias ingeridas ao longo do dia deve ser diminuída, para que não ocorra o ganho de peso.
O exagero de bebidas alcoólicas e comidas nem sempre saudáveis nos dias de folia, pode ser bastante prejudicial. A falta de líquidos, bem como as noites mal dormidas e o excesso de exposição ao sol, também podem agravar os malefícios a sua saúde.
É importante manter o corpo sempre hidratado com água, sucos naturais ou água de coco, evitando os refrigerantes, e para quem gosta de beber cerveja, é importante alternar com a água mineral o consumo. Para a reposição de eletrólitos, as bebidas isotônicas também são recomendadas, pois repõem os minerais perdidos.
Todos esses cuidados servem para prevenir-se a desidratação que tem como sintomas mais frequentes as câimbras, moleza no corpo, tonturas, vômitos, pouca urina, enjoos, vista turva, boca e pele secas ou descamadas.
Os desmaios são comuns com a queda de temperatura e pressão, nestes casos, recomenda-se tomar um suco de fruta natural como laranja, limonada ou água de coco, que possuem absorção rápida eeficiente nutrição.
No entanto, a preocupação com a alimentação não deve ser apenas com o tipo de alimento consumido, mas também com a procedência deste.
Para quem vai viajar, na hora de escolher as lanchonetes e restaurantes, opte por locais que ofereçam uma alimentação leve e balanceada.
Seria interessante, que nas principais refeições, almoço e jantar, dar preferência aos grelhados, verduras e legumes. Os vegetais também são ricos em fibras, importantes para a reposição de minerais que são eliminados pelo suor.
Se o destino de viagem for à praia, a preocupação deve ser ainda maior! Evite comer alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas, e observe os locais ou pontos de venda, se apresentam características de higiene adequadas.
Para se refrescar nestes dias quentes, sorvete e picolés são sempre uma boa alternativa, principalmente os de frutas, pois são mais hidratantes e menos calóricos.
Na praia, tenha cuidado quando optar por frutos do mar e pescados, pois este tipo de alimento necessita de conservação adequada, sob refrigeração.
O mesmo cuidado, deve-se ter com os espetinho de queijo, camarão e ostras. Estes alimentos são extremamente perecíveis e sua exposição à altas temperaturas pode favorecer o crescimento de bactérias, que na maioria das vezes, são as principais responsáveis pelos quadros de intoxicação alimentar, tendo consequências desde as menos graves como indisposição, até as mais graves como diarreia intensa, desidratação e outras infecções.
Os cuidados devem ser tomados também com a procedência da água ingerida e, principalmente com o gelo, que também são responsáveis pelo desenvolvimento de infecções intestinais frequentemente.
Para quem preferir levar o próprio lanche fique atento, pois o natural e os recheados com molhos, maioneses e frios não são perigosos, pois estragam muito rápido.
As barras de cereais são uma boa pedida, pois, além de práticas, são gostosas e possuem em sua composição carboidratos e fibras, nutrientes ideais para manutenção do metabolismo.
Se a opção for pular atrás de um trio elétrico, não saia sem se alimentar. Coma de forma balanceada no almoço evitando os alimentos gordurosos, como carnes gordas e feijoada, que exigem um processo digestivo mais lento e em altas temperaturas, podem desencadear desconfortos gástricos, como vômitos e diarreias.
Lembre-se que o mais importante é a moderação no consumo de bebidas alcoólicas e constante hidratação, pois o que vale é aproveitar o feriado e curtir, sem deixar que nada atrapalhe a folia!
Informações parciais. Confira o texto na íntegra, acessando o site: http://www.tribunadabahia.com.br/
Fonte: http://www.vivamelhoronline.com.br
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Corrida Entre Parques neste domingo termina no Parque Barigui

A 8ª Corrida de Revezamento entre Parques está marcada para o próximo domingo (23) e contará com número recorde de participantes nesta edição. Quase 3 mil atletas se inscreveram para correr o trajeto de 23,4 quilômetros, passando pelos principais parques de Curitiba. A prova é uma das mais procuradas pelos esportistas dentro do calendário de corridas de rua da secretaria. Na edição passada, 793 equipes (465 quartetos e 328 duplas) se inscreveram. Com largada no Bosque do Papa e chegada no Parque Barigüi. O trajeto total da prova deste ano e os pontos de troca de competidores podem ser vistos em mapa disponível no mesmo endereço eletrônico da inscrição.
Os inscritos devem retirar seus kits para participar da prova na sede da Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude (Rua Solimões, 160 – bairro São Francisco) na sexta-feira (21), das 10h às 20 horas, ou no sábado (22), das 9h às 16 horas. O kit será entregue para apenas um representante de cada equipe mediante apresentação de documento pessoal de todos os integrantes.
O número de participantes superou a edição do ano passado. No total, 920 equipes - sendo 550 quartetos e 370 duplas – inscreveram-se para o percurso que inicia no Bosque do Papa e termina no Parque Barigui. Dos 2940 inscritos, 1009 são mulheres e 1931 homens. Na categoria quartetos são 206 equipes masculinas, 86 femininas e 258 mistas. Na categoria duplas, 51 equipes femininas, 100 mistas e 219 masculinas.
Em 2013, 2.156 pessoas se inscreveram para participar da prova.
Trânsito
A realização da Corrida de Revezamento entre Parques causará bloqueios parciais e desvios de trânsito durante o percurso. Por isso, os motoristas devem redobrar a atenção. Vinte e três agentes de trânsito da Setran, 12 guardas municipais e 83 fiscais de provas estarão distribuídos para orientar e dar segurança aos participantes da corrida e motoristas.
O trajeto total da prova deste ano e os pontos de troca de competidores podem ser vistos em mapa disponível no endereço eletrônico
http://corridasweb.curitiba.pr.gov.br/esportesmel/Calendario.aspx, no ícone ao lado da data.
8ª Edição da Corrida entre Parques
Data: 23/02/2013
Hora: 8 horas (saída)
Local: Bosque do Papa
Chegada: Parque Barigui
Fonte: PMC Foto:Foto: Guilherme Dala Barba/SMELJ (arquivo)
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
6º Encontro De Fãs da Banda Green Day no Parque Barigui
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No dia 09 de março o Parque Barigui recebe a festa
"6º Encontro De Fãs da Banda Green Day"
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Sobre o evento
É isso aí, pessoal, o nosso sexto encontro, o primeiro de 2014. Desta vez, será no Parque Barigui. Faremos um piquenique. Pra facilitar, nosso ponto de encontro será no terminal do Campina do Siqueira.
Nome do evento: ¨6° ENCONTRO DE FÃS EM CURITIBA - GREEN DAY
Cidade/Estado: Curitiba - PR
Data: 09/03/2014
Local: Parque Barigui
Hora: Apartir das 16:00
Convide seus amigos, namorado(a), cachorro, bebida, comida, violão, etc...
INFORMAÇÕES: www.facebook.com/theminorityfc
Green Day é uma banda de punk rock dos Estados Unidos formada em 1987 em East Bay, Califórnia. A banda é composta por três membros: Billie Joe Armstrong (guitarra e vocal), Mike Dirnt (baixo, vocais) e Tré Cool (bateria). A banda de Oakland, Califórnia, foi formada no início de 1987 com o nome de Sweet Children, com o baterista Al Sobrante. Em 1989, a banda mudou para o nome atual, logo após lançou o seu primeiro álbum de estúdio 39/Smooth.
Foi um dos grupos que nasceram no clube 924 Gilman Street, lugar frequentado por bandas de punk rock. Suas primeiras publicações foram feitas pela gravadora Lookout! Records, graças às vendas de sucesso de seus primeiros álbuns, obteve-se um número significativo de fãs. Alguns anos mais tarde, em 1994, o grupo assinou com a Reprise Records, esta gravadora lançou o aclamado Dookie, o novo álbum do grupo levou o som do final dos anos 1970 para a nova geração, além disso, o álbum se tornou um sucesso internacional e já vendeu mais de 20 milhões de cópias em todo o mundo.
O Green Day junto com outras bandas como The Offspring e Rancid, foram as que produziram o renascimento e popularização de grande interesse no punk rock nos Estados Unidos, e da própria cultura.
A banda já vendeu cerca de 75 milhões de cópias em todo o mundo e 25 milhões só nos Estados Unidos.
Em 2010 estreou uma adaptação musical do álbum American Idiot, na Broadway, o musical foi indicado ao Tony Awards, incluindo Melhor Musical e Melhor Cenográfia, e recebeu críticas positivas. Em meados de 2011 a revista Kerrang!, nomeou o Green Day como a segunda banda mais influente dos últimos 30 anos, atrás apenas de Metallica.
Ficaram em 91° na lista dos "100 Maiores Artistas de Todos os Tempos" do canal de televisão VH1.
O grupo ganhou cinco Grammy: Melhor Álbum Alternativo para Dookie, Melhor Álbum de Rock para American Idiot, Gravação do Ano para Boulevard of Broken Dreams, pela segunda vez Melhor Álbum de Rock para 21st Century Breakdown e Melhor Álbum de Show Musical para American Idiot: The Original Broadway Cast Recording.
Fonte: wikipedia
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Andar de bicicleta é uma decisão política – Entrevista com Chris Carlsson
Andar de bicicleta é uma decisão política – Entrevista com Chris Carlsson
por Piero Locatelli, da Carta Capital
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| Ativista está no Brasil para lançamento do seu livro Nowtopia |
Um dos criadores da massa crítica, o ativista diz que a escolha de andar sobre duas rodas pode servir para questionar a lógica capitalista, mas não é suficiente para isso
Em 1992, Chris Carlsson se juntou a alguns amigos para andar de bicicleta na Market Street, a principal rua de São Francisco, nos Estados Unidos. Eles ocuparam a via e se tornaram o próprio trânsito no lugar dos carros que a ocupavam. Com aquele ato, eles começaram o movimento conhecido como massa crítica, que se espalhou para o mundo inteiro. No Brasil, ele é conhecido principalmente como bicicletada, quando diversas pessoas tomam uma via importante da cidade sem lideranças e trajetos impostos, assim como Carlsson fez há vinte anos.
Carlsson conversou com a CartaCapital em visita a São Paulo nesta semana. Ele está no Brasil para participar do III Fórum Mundial da Bicicleta, em Curitiba, e lançar o seu livro Nowtopia – Iniciativas que estão construindo o futuro hoje (Tomo Editorial). No livro, ele defende que o ciclismo, hortas comunitárias e a cultura do “faça você mesmo” contribuem para formar uma sociedade que supere o capitalismo. Com uma abordagem marxista, Carlsson acredita que estas atitudes podem ajudar a classe trabalhadora a se emancipar do trabalho assalariado e ter uma vida melhor e mais saudável. Leia a entrevista abaixo:
CartaCapital: O senhor fez parte do começo da massa crítica há vinte anos em São Francisco. Hoje, há grupos como este em todo o mundo, o número de ciclistas urbanos tem aumentado e grandes cidades têm políticas públicas voltadas para a bicicleta. O senhor imaginava o desdobramento que a massa crítica teria?
Chris Carlsson: Não imaginava. Nós começamos com uma comunidade de amigos, porque não havia tantas bicicletas assim em São Francisco. A primeira massa crítica que fizemos tinha cinquenta pessoas. Nós subimos a rua principal da cidade, viramos à esquerda e entramos em um bar. Só isso, foi uma coisa bem simples. Mas deste ato surgiu uma bola de neve, e a massa crítica se tornou um fenômeno global que mudou cidades em todo o mundo, incluindo São Paulo.
CC: Por que o senhor acha que o movimento se espalhou desta forma?
Carlsson: O entendimento mais óbvio é a partir do slogan “isso já estava na cabeça de todos”. Assim que você diz a um ciclista: “em outra cidade eles encheram a rua de bicicletas e voltaram para casa”, o primeiro pensamento dele será: “nossa, vamos fazer isso aqui!” Na lógica de ser tratado como um cidadão de segunda categoria nas ruas, a resposta do ciclista só poder ser feita por meio de uma ação coletiva, com ocupação e reabilitação das ruas.
CC: Não há algo como uma organização central de massas críticas e bicicletadas. Cada movimento se organiza e manifesta de formas diferentes, e ambos os termos são guarda-chuvas para diversos movimentos. Como você acha que a ideia de massa crítica é utilizada pelas pessoas que a organizam?
Carlsson: O uso diferente acontece. As pessoas chamam alguns protestos de massa crítica quando vão a um protesto de bicicleta, mas isso não é a massa crítica: é um protesto de bicicletas. Mas eu não me importo, o conceito não é meu e as pessoas fazem o que quiserem dele.Para mim, a massa crítica é um evento sem outras razões. Ela não é instrumentalizada, você não a usa para atingir outra coisa. Mas naquele espaço você pode começar a fazer outras coisas.
É como uma incubadora de ovos aonde eles vão chocando. Tudo que você pode pensar já começou numa massa crítica: novas campanhas, grupos políticos, amizades, negócios, famílias, e por aí vai. A melhor coisa é que a massa crítica deu a todo um setor da população a chance de achar outra maneira de fazer política.
CC: Você vê a bicicleta como uma ferramenta anticapitalista. Porém, ela ganhou espaço em propagandas e é um objeto de consumo. Em cidades como Londres, São Paulo e São Francisco, os bancos administram as bicicletas chamadas de “públicas”. Diante dessa absorção dela por empresas, a bicicleta ainda pode ser uma ferramenta de transformação contra o capitalismo?
Carlsson: Só a bicicleta não é suficiente. A bicicleta, por si só, não é interessante. Ela é um meio de transporte e um produto industrial. A história dela também é a história da escravidão na Amazônia e no Congo, em busca de borracha para fazer bicicletas para o hemisfério norte. Já a história contemporânea da bicicleta no século XX é a da resposta a automobilização das cidades, e isso pode ser uma resposta para fazer algo diferente na cidade.
A bicicleta é um meio de transporte em seu senso literal. Ela ajuda as pessoas a chegarem do ponto A ao ponto B, e isso é uma simples realidade apolítica. Mas a pessoa pode decidir se vai de trem, carro, ônibus, andando, pulando ou voando ao ponto B. E existe política nessa decisão.
Então o real transporte que a bicicleta pode fazer politicamente é levar você para outra maneira de viver. E isso não acontece automaticamente. Isso necessita um contexto e um pensamento político. A bicicleta é um objeto em que você pode despejar sentido, como você coloca um líquido em um copo. E o sentido vem das nossas cabeças, das nossas decisões. Se não colocarmos o sentido político nela, ela é só um objeto chato, perfeitamente compatível com o capitalismo.
Além disso, você pode ter uma sociedade capitalista baseada em bicicletas. O problema é que a sociedade capitalista é baseada no crescimento, e não vai crescer tão rapidamente porque não estão desperdiçando tantas coisas quanto com carros. Então as bicicletas são um passo atrás na lógica capitalista, mas não um passo completo.
CC: E você acha que a maioria dos ciclistas preenche a bicicleta com este sentido anticapitalista?
Carlsson: A maioria não. Mas uma coisa interessante que pode acontecer é que, pedalando na massa crítica, as pessoas conversem com outros ciclistas que fazem política, ou que estiveram pensando sobre isso. Porém, isso não acontece sempre. Há ciclistas organizados em torno de lojas de departamento, e até pela polícia. Quando a bicicleta está em um processo mais aberto, como a massa crítica, ela tem mais chances de ser parte de um processo de mudança social e pessoal.
CC: Seu livro trata de exemplos norte-americanos de ciclistas, hortas comunitárias e outras formas de ativismo. No Brasil, apesar da maior parte dos ciclistas estarem em cidades menores e nas periferias das metrópoles, o ativismo é atrelado a pessoas de bairros mais ricos. O mesmo acontece com a permacultura em São Paulo, por exemplo. As experiências citadas no livro podem ajudar as pessoas menos favorecidas de uma sociedade desigual como a brasileira?
Carlsson: Algumas pessoas estão tão desesperadas para manter sua sobrevivência que passam cada minuto da sua vida trabalhando, e não têm tempo para fazer mais nada. Isso pode significar sair da periferia de São Paulo e deslocar-se 60 quilômetros por dia. Trabalhar 14 horas, ficar quatro no trânsito, dormir seis horas e começar tudo isso de novo. É uma vida muito difícil, próxima à escravidão. Nós, que não vivemos assim, temos muita dificuldade de entender.
Porém, essas pessoas podem decidir fazer uma parte dessa jornada de bicicleta, decidir trocar o que fazem. Elas ainda têm livre-arbítrio. Elas podem tentar plantar comida perto da sua casa, e com isso depender menos de fazer dinheiro. Um pouco, não muito, é claro. Elas também podem cooperar com seus vizinhos, pois eu acredito que as sociedades pobres têm mais solidariedade que nós, que é uma chave para a sua sobrevivência.
Sempre há uma margem para reduzir a necessidade de dinheiro e aumentar a relação com o bem comum. Todo mundo, em qualquer situação, pode fazê-lo se decidir isso.
CC: O senhor fala que os sindicatos são formas de organização obsoletas para os trabalhadores. Qual é o papel das organizações de trabalhadores dentro da sua ideia de mudança?
Carlsson: O problema que eu tenho com os sindicatos é que eles desistiram de questionar o que fazemos há muito tempo. Eles não se importam, eles só querem trabalho. Fazer estradas horríveis, construir prédios em todos os cantos, colocar cimento na nossa terra, o que for. Por que estamos fazendo este trabalho estúpido? Trabalhando em bancos, companhias de seguro, fazendo coisas que vão quebrar em seis meses.
Nós fazemos muitas coisas estúpidas, e os sindicatos não se importam com isso. Não é parte da lógica em que eles foram fundados. A lógica é só ganhar mais dinheiro para os trabalhadores, e defendê-los em seu próprio trabalho. Eles deveriam começar a pensar em como vivemos, os problemas que enfrentamos e quais o trabalho que deveriam ser feitos para solucionar este problema.
CC: O senhor defende em seu livro que toda atitude é política, e cita mudanças vinda das mãos ou da organização dos cidadãos, sem interferência do Estado. Qual o papel da política institucional nestas mudanças?
Carlsson: As instituições políticas, os governos e as agências que eles mantêm mostram pouca adaptabilidade na história que vimos até hoje. Aacho que estamos vivendo em um período em que você vai mudar isso.
A repressão que vimos no Brasil em junho do ano passado é um bom exemplo disso, de como o Estado não consegue responder às pessoas se unindo de forma horizontal e indo às ruas. Nós vimos isso também na Turquia, na Espanha, na Grécia e no Egito. E em todas houve uma grande repressão do Estado. Então ele está muito preso nas suas formas antigas, e não mostra uma capacidade de se adaptar.
Certo, mas então se uma revolução vier, o que isso significa? Eu acho que poderiam surgir instituições que ajudariam as pessoas a cuidar das coisas, de baixo. Uma democracia efetiva, não somente votar para pessoas no Estado. Uma democracia que permita as pessoas decidirem como gastamos os recursos, como vamos prover água e eletricidade, como trabalhamos e para o quê.
* Publicado originalmente no site Carta Capital.(Carta Capital)
Sexo antes do esporte traz mais disposição e ajuda na recuperação
Estudos científicos demonstraram que a liberação de endorfinas associada ao sexo é um mecanismo que proporciona período de descanso mais efetivo
Por Turibio Barros
| Atividade sexual pode ajudar (Foto: Getty Image) |
Sexo na noite anterior de uma prova ou um treino, pode prejudicar o desempenho? Esta pergunta é muito comum, e gera uma grande controvérsia principalmente quando consideramos o assunto em relação à algumas modalidades esportivas.
Do ponto de vista fisiológico a atividade sexual pode ser considerada até como um benefício para um período pré-exercício.
Alguns estudos científicos demonstraram que a liberação de endorfinas associada ao sexo é um mecanismo que proporciona até mesmo um período de descanso mais efetivo nas horas subsequentes. Em outras palavras, depois do sexo o descanso é mais reparador e a disposição física no dia seguinte é favorecida.
Nos esportes de luta, como boxe e MMA, sabe-se que a abstinência sexual durante algum tempo antes de uma luta é considerado um verdadeiro paradigma. Os especialistas das modalidades consideram que o atleta acumula uma agressividade que poderia exacerbar o vigor físico quando se abstém do sexo durante um certo período anterior à competição.
Trata-se de um assunto polêmico, que não encontra comprovação científica, porém acaba sendo “consagrado pelo uso”, como muitas outras práticas de certas modalidades.
Quando a questão é discutida à luz de informações científicas, podemos considerar que não existe nenhuma comprovação de que a atividade sexual antes de uma competição possa comprometer o desempenho físico.
Se a preocupação for um eventual “desgaste” físico, sabemos que o gasto energético da atividade sexual pode ser considerado quase irrisório quando comparado ao exercício físico vigoroso.
O que pode prejudicar o desempenho é a falta de um descanso adequado na noite anterior, ou o consumo de bebida alcoólica eventualmente associada ao sexo.
Portanto, este é um mito que precisa ser descartado. Se desconsiderarmos situações comuns sem influência de mitos e costumes, podemos dizer que a atividade sexual absolutamente não provoca qualquer prejuízo para o desempenho físico.
* As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com.
Fonte: Globoesporte.com / EuAtleta.com.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
COMPORTAMENTO FEMININO por MARIAN MARTINS
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| COMPORTAMENTO FEMININO por MARIAN MARTINS |
Vale salientar que são inúmeras as opções existentes hoje para a busca de um relacionamento: site, balada, academia, encontro com amigos, paqueras. Atualmente, o mundo está mais liberal. Ainda costumo dizer que o comportamento do ser humano depende de sua personalidade e de suas atitudes. Para tanto, cada mulher ainda tem um comportamento, mesmo que possamos perceber algum grupo maior que se destaque.
Algumas mulheres se boicotam, mesmo prometendo não repetir os comportamentos. Mulher troca de namorado, troca de relacionamento, mas, a cada troca, arruma outro igualzinho ao anterior, com os mesmos defeitos, sendo coincidência ou autossabotagem. Repetem comportamentos e repetem atitudes destrutivas. Importante salientar que há comportamentos repetitivos que nos destroem e não percebemos. Como no exemplo da mulher que só arruma namorado que a trai, resposta de um comportamento automático de autossabotagem.
Aprendemos a automatizar comportamentos, e o perigoso é quando são comportamentos que nos destroem. Assim, destruímos nossa própria vida e não percebemos a responsabilidade nisso. Com essas repetições, a pessoa destrói sua vida e, muitas vezes, frustra-se consigo mesma. Repetimos comportamentos e padrões da infância eternamente, mesmo que isso prejudique nossas vidas. Repetimos por termos dificuldades em lidar com novidades, mesmo que o comportamento conhecido seja destrutivo.
Um dos principais cuidados que a mulher deveria ter é encarar de frente esse ciclo da repetição e ver que é necessário mudar. Ser outra, com outros comportamentos, se envolver com homens diferentes daqueles com quem já tenha se envolvido, que tenham atitudes diferentes. E lembrar que essas atitudes diferentes merecem e devem ter segundas e terceiras chances.
Toda vez que você repete algum ciclo vicioso, isso é autossabotagem, e a autossabotagem fica mais evidente no pensamento do que o cuidar de si mesma.
Contradizendo o que muitas pessoas pensam, a balada é, sim, um ambiente possível para encontrar um relacionamento amoroso e sério. Mesmo sendo um lugar de má fama, é possível identificar alguém bacana, entre uma música e outra, mas é necessário um cuidado redobrado com a conversa. As dicas que eu dou são três fundamentais, que devem ser levadas em conta, como a energia da pessoa, a comunicação verbal e corporal e, por fim, observar os fatores naturais da beleza e a altura.
Hoje em dia, até mesmo livros sobre o tema são possíveis de serem lidos, contendo dicas de comportamento para conquistar o amor de sua vida. Mas uma das questões principais a se observar diz respeito a poder dar a oportunidade para que ocorra um segundo ou terceiro encontro, pois é necessário autoconfiança para mostrar quem somos mesmo e, muitas vezes, se o ambiente não for aquele em que você estiver à vontade, ou mesmo a outra pessoa, pode-se passar por alguns julgamentos injustamente.
Percebo que, quem quer encontrar alguém, deve, sim, se preocupar em arrumar-se, ter cuidados essenciais com a higiene, pois a aparência é fundamental. Independentemente de seu estilo, o impacto visual é muito importante. Portanto, vista-se bem.
Ser verdadeiro é dar continuidade para o que se quer realmente. Demonstre sempre o que você procura. É fundamental dar-se a chance de estar em ambientes diferentes e realmente conhecer a pessoa é uma boa alternativa.
AMIGA DO PARQUE BARIGUI MARIAN MARTINS nasceu em Paraty, Rio de Janeiro. Psicóloga graduada pela Universidade de Caxias do Sul (RS), atua como psicóloga clínica e perita do Tribunal de Justiça, especialista em avaliação psicológica. Seu projeto atual consiste em levar a psicologia ao aconchego e privacidade do seu lar On-line |www.marianmartins.com.br | ou ao lugar onde você desejar acessá-la, diferenciando-se por ser fora de um consultório tradicional, que, para muitas pessoas, funciona como uma barreira no momento de expressar suas emoções. Tem como objetivo orientar o paciente em suas dificuldades, através de técnicas psicológicas. O atendimento será breve, focado em questões pontuais, assim como as outras definições contidas no Código de Ética Profissional do Psicólogo.
Marian MartinsPscicóloga
CRP RS 07|10386 – CRR PR 08 IS|335
https://www.facebook.com/marian.martins3
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