quinta-feira, 14 de junho de 2012

ALINE CASTRO - 7 passos para melhorar o relacionamento com sua equipe

7 passos para melhorar o relacionamento com sua equipe
“Errar é humano. Botar a culpa nos outros também”. Millôr Fernandes
Ouço com muita frequência de clientes, colegas e altos executivos que gerenciar processos é fácil. O problema é gerenciar pessoas. Sem dúvidas, esse é o maior desafio para quem quer se manter no comando.

Onde há gente, há conflito iminente. Para apaziguar a situação e não deixar que o clima fique pesado e prejudique a sua equipe e, consequentemente, toda a organização, é preciso ter em mente algumas premissas.

Autoliderança
Para liderar os outros é preciso ter uma boa carga de autoconhecimento e autocontrole. Só há lugar equilibrado quando há pessoas equilibradas. Comece por você.

Interesse pelo outro
Dar bom dia, deixar a porta da sala aberta, ter interesse sobre o bem estar das pessoas ao seu redor, estar disponível para solucionar algum problema… São atitudes simples que dão leveza ao ambiente.

Adaptar a comunicação
Quanto mais você adequar a sua comunicação à do seu interlocutor, mais eficaz será a sua mensagem.

Valorizar a diversidade
Diversidade é bom; desigualdade, não. A heterogeneidade gera criatividade e é elemento chave das equipes de alta performance. A administração de diferentes, no entanto, deve ser mais cuidadosa. A comunicação tem que ser adequada a cada pessoa. O respeito, no entanto, deve ser igual a todos. Eleger favoritos pode destruir uma equipe.

Transparência
Quando as informações não circulam, outras versões são criadas. Para evitar a ‘rádio peão’ – que gera intrigas e afasta as pessoas –, estimule a comunicação clara e direta.

Feedback
É importante ressaltar que feedback não é dar bronca. Se aplicado de forma adequada, pode ser um excelente instrumento de desenvolvimento e motivação.

Ouvir e perceber
Quase sempre, as respostas para os conflitos estão no ar. Basta apurar a percepção para identificá-las. Cultive o hábito de conversar abertamente com a sua equipe. Isso ajuda a identificar potenciais problemas antes que eles aconteçam.
ALINE CASTRO é AMIGA DO PARQUE BARIGUI, jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná e internacionalista com fluência em cinco idiomas. Integrou as equipes da Rádio CBN, da Rádio Band News FM, da Revista Ideias, do Jornalismo FM, da RPC TV e da Rede Globo/ Sportv. Estudou na Alemanha, foi correspondente na Itália e repórter no Rio de Janeiro e em São Paulo. Especializou-se em ferramentas de expressão em meios eletrônicos com profissionais da Rede Globo. O jornalismo revelou o seu notável talento comunicativo, mas também a fez despertar para as potencialidades comunicativas de cada um, mesmo daqueles que se julgam maus comunicadores. Passar adiante essa mensagem integra hoje a missão da vida de Aline Castro.
Contato: http://alinecastro.com.br - falecom@alinecastro.com.br

AMIGA DO PARQUE BARIGUI PROCORRER EM FESTA

A AMIGA DO PARQUE BARIGUI PROCORRER uma das empresas responsáveis pela organização da 6ª Meia Maratona das Cataratas comemora o sucesso da prova. Cerca de um mês antes da largada, o número de inscritos já ultrapassou o recorde da edição passada. Mais de 1,7 mil atletas de todo o país e muitos estrangeiros já confirmaram participação na corrida e poderão também conhecer as Cataratas do Iguaçu e desfrutar toda a oferta turística regional.

Os interessados em disputar o “desafio mais fascinante” que ainda não se inscreveram devem se apressar, para não perder a chance de correr dentro do Parque Nacional do Iguaçu. O valor da inscrição permanecerá em R$ 90 até o próximo dia 23. Após essa data, o preço passará a R$ 120. Portanto não deixe para mais tarde, acesse agora o site (www.meiamaratonadascataratas.com.br) e inscreva-se.

O kit do atleta desta edição conterá, além de camiseta, número, chip e material informativo, uma entrada para o Parque Nacional do Iguaçu, dando direito de o corredor retornar à unidade para passear após concluir a meia maratona, que terá a linha de chegada fora do parque.

Troféu — O troféu “100 Anos Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná” é uma homenagem aos serviços prestados pela instituição à sociedade paranaense. Atuante em 15 unidades operacionais no estado, iniciou suas atividades no dia 8 de outubro de 1912.

A realização da 6ª Meia Maratona das Cataratas do Iguaçu é da Concessionária Cataratas do Iguaçu S/A e do ICMBio — Parque Nacional do Iguaçu. A organização fica a cargo da Associação Procorrer de Incentivo ao Esporte e Yescom.

A promoção é da RPCTV, com patrocínio da Itaipu Binacional e apoio da Caixa Econômica Federal e Fundo Iguaçu. A FILA é a marca oficial da Meia Maratona das Cataratas. A supervisão está a cargo da Confederação Brasileira de Atletismo.

SERVIÇO

6ª Meia Maratona das Cataratas
“100 Anos Troféu Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná”

Data: 8 de julho de 2012
Premiação: R$ 60 mil
Inscrições
Até 23/6: R$ 90
De 24/6 a 2/7: R$ 120
Limite: 2.500 inscritos
Meia das Cataratas nas redes sociais

quarta-feira, 13 de junho de 2012

V8 Assessoria Esportiva no Parque Barigui


V8 Assessoria Esportiva , com sede em Curitiba, desenvolve Programas de Exercício Físico ao ar Livre promovendo saúde e qualidade de vida, com atendimento diferenciado com planilhas semanais em Treinos de Corrida, Caminhada Orientada e Treinamento Funcional sendo seu objetivo emagrecer, melhorar seu condicionamento físico, ou completar uma corrida. Todas atividades são realizadas no Parque Barigui e Jardim Botânico.

Programa de Corrida e Caminhada

No Programa de Corrida da V8 Assessoria Esportiva você poderá ingressar em uma das três categorias V4, V6, V8. Os treinos da V4 são para quem ainda não pratica corrida mas tem muita vontade de gastar mais energia na atividade física que mais cresce no Brasil e no Mundo, alternando caminhadas e corridas. Os treinos da V6 são para quem já corre entre 5km e 8km, mas ainda não completa 10km. Os que se encaixam no grupo V8 os treinos são quem para já pratica corrida de 10km ou maior distância e está procurando melhor orientação para seus treinos. Além disso, todos contam com Diário de Treino, através do ferramenta de WEB gratuita Linha de Chegada onde são registradas informações como qualidade do sono, sensação de fadiga, freqüência cardíaca e por onde você pode visualizar seus treinos.

 
Com planilha totalmente individualizada e voltada para o seu objetivo, o cliente V8 pode realizar seus treinos nos treinos supervisionados ou ainda treinar próximo a sua região, já que todo programa é altamente específico e tende a atender a sua necessidade.

Local dos treinos: Parque Barigui. No período da manhã próximo a ponte de madeira, no período da noite em frente ao restaurante Maggiorie.

Obs: A V8 Assessoria Esportiva exige atestado médico acompanhado de teste de esforço ou ergoespirométrico realizado por cardiologista (ate 6 meses anterior a data de inicio).

Começando com o pé direito por Reinaldo Bessa

Curitiba recebe na próxima semana a exposição ”Michelangelo”, que será inaugurada dia 22 no novo pavilhão de exposições do Parque Barigui. A mostra, patrocinada pelo HSBC, reúne 25 esculturas, esboços e fotos artísticas a partir de originais e ocupará mais de 3 mil metros quadrados do novo centro de exposições de Curitiba.

A exposição está sendo trazida pela 360.° Eventos em parceria com o Museu a Céu Aberto.

Fonte: Colunista Reinaldo Bessa - Gazeta do Povo

terça-feira, 12 de junho de 2012

ATENÇÃO CORREDORES DO PARQUE BARIGUI

Últimos dias de inscrição à Meia Maratona

Termina nesta sexta-feira (17) o prazo de inscrições para a 2ª Meia Maratona de Inverno de Curitiba. Mais de 3.800 pessoas já garantiram suas vagas para participar deste grande evento esportivo, que acontecerá no dia 24 de junho e contará com corrida individual de 21km; corrida de revezamento em duplas (10,5 km para cada corredor) e caminhada de 5km.

As inscrições podem ser realizadas na loja de artigos esportivos Procorrer – localizada na Avenida Vicente Machado, 320, ou pelo site http://www.nossotimebrasil.com.br/mmc.

No total, a prova irá distribuir R$ 19 mil em prêmios na categoria geral da prova de 21 km (R$ 4.000 para o primeiro colocado; R$ 2.500 para o segundo; R$ 1.500 para o terceiro; R$ 1.000 para o quarto e R$ 500 para o quinto na categoria geral masculino e feminino).

Além de oferecer uma prova diferenciada, que proporciona percursos acessíveis e desafiadores para atletas amadores e de alto rendimento, a Meia Maratona de Curitiba também representa um aquecimento na economia local.

Além do investimento de patrocinadores e exposições de marcas, o evento vai gerar em torno de 500 empregos temporários, como staffs, socorristas, produção, seguranças, promotores, equipe de patrocinadores, alimentação, entre outros.

Estrutura – A Meia Maratona de Curitiba contará com uma enorme estrutura próxima ao Museu Oscar Niemeyer, durante os dias 22, 23 e 24 de junho. O espaço estará aberto a empresários e artistas divulgarem seus trabalhos, com a realização de espetáculos, atividades culturais, espaço gastronômico e feira de oportunidades.

Na área de atividade física estão programadas atividades de caminhada orientada de 30 minutos, alongamento, aulas de corrida, orientação de exercícios de aquecimento, espaço kids com atividades lúdicas e recreativas para crianças, yoga e maratoninha com percurso de 400 metros para crianças de 4 a 12 anos.

No objetivo de contribuir para que todos os participantes consigam concluir a Meia Maratona, serão disponibilizados sete postos de hidratação, além de bebida isotônica no km 16 e chegada.

Para garantir a segurança e bem-estar dos atletas, haverá ambulâncias no percurso e chegada, além de postos médicos no km 10,5 e chegada. A Meia Maratona de Curitiba também disponibilizará guarda-volumes gratuito aos participantes. Os volumes serão embalados em sacos fornecidos pela organização e devidamente identificados com o número do corredor.

A Meia Maratona de Curitiba é organizada pela empresa nossoTIME, em parceria com a Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude e Secretaria Municipal de Trânsito (Setran).

2ª Meia Maratona de Inverno de Curitiba
Inscrições – até 17 de junho (limitadas a 5 mil participantes) por meio do site http://www.nossotimebrasil.com.br/mmc ou na loja de artigos esportivos Procorrer – localizada na Avenida Vicente Machado, 320.

Fonte: PMC Foto: Brunno Covello/SMCS (arquivo)

quinta-feira, 7 de junho de 2012

“Parque Barigui” Fruto de uma Vida de Laser


Ao longo desses 35 anos de Curitiba, o Parque Barigui está presente e marcante na minha vida.

Ali fiz amigos e juntos participamos de corridas de cooper, bike, feiras, lanches. Os churrascos, encontros de ciclistas e os amigos de caminhadas e as brincadeiras de crianças panticipando com nossos filhos...tudo isso inesquecível que nos faz relembrar cada instante. Não é um sonho, é a realidade vivida.

As mudanças ao longo desse tempo foram poucas, as benfeitorias poderiam ser mais frequentes, a iluminação ainda requer mais eficiência. As pistas tanto de ciclismo, quanto de cooper são as mesmas e pouco foram feitos na reparação e quando recapadas o material foi de segunda, comprometendo e colocando em risco à prática de esportes.

Falta ainda a atenção dos Administradores do parque para melhorias futuras que beneficie mais as crianças, aproveitando os espaços vagos para ocupação de parque de diversões e que este seja acompanhado periodicamente o plano de manutenção. É preciso criar programação de recreação pela Prefeitura para estimular as crianças às práticas de exercícios, através de professores formados e estagiários. Aumentar o número de quiosques e fazer visitas frequentes na manutenção, que também é precária aos já existentes.

Enfim, o Parque Barigui é um elo de ligação à Cidade pela exuberância de sua reserva florestal e o povo sintonizado na sua preservação.

É necessário à participação de todos para que zelemos e saibamos conviver com o crescimento da cidade e nisso é preciso compartilhar sem diminuir ou destruir o que pouco ainda temos que são os ambientes de lazer.

Por isso, parabéns Curitiba e que a nossa Administração Pública continue zelando pelo Parque Barigui e o povo Curitibano agradece.

Volney Darcy Bernardes - AMIGO DO PARQUE BARIGUI

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Parques já não suportam enchentes

Os estragos provocados pelas chuvas dos últimos dois dias em Curitiba e região metropolitana poderiam ser bem maiores se não existissem os parques públicos. Criados entre as décadas 1970 e 1990, estes espaços funcionam como uma espécie de reservatório, que ajudam a drenar a água da chuva e são chamados tecnicamente de bacias de acumulação.

Na chuva de anteontem, parques como o Barigui e o São Lourenço ficaram completamente submersos depois que a água dos lagos transbordou. As imagens, surpreendentes, chamaram a atenção sobre a eficácia destes reservatórios naturais no combate à chuva de grandes proporções e levantaram uma questão: esse sistema para contenção de alagamentos estaria saturado?

Para o engenheiro civil Carlos Eduardo Morelli Tucci, doutor em Recursos Hídricos pela Colorado State University, nos Estados Unidos, os parques são soluções imediatistas para um problema maior que é a impermeabilização do solo. “As enchentes são resultado da má gestão do solo e da falta de uma gestão ambiental adequada”, diz.
Na opinião de Tucci, autor de livros sobre o tema, governos gastam bilhões em projetos como parques e piscinões – reservatórios artificiais, geralmente subterrâneos, cujo escoamento da água costuma ser feito por meio de bombas, já que os reservatórios geralmente estão em um nível mais profundo do que rios e esgotos pluviais – enquanto a solução é mais complexa. “Falta coragem para implementar uma legislação que obrigue os empreendimentos imobiliários a reservar um espaço dentro do terreno para o escoamento da água, dividindo a responsabilidade com o poder público”, defende.
Ao contrário do discurso dos gestores públicos municipais, o professor da Universidade Fe­­deral do Paraná, Cristóvão Vi­­cente Fernandes, especialista em Reservatórios e Redes de Distribuição de Água, afirma que os parques não foram criados para represar a água e evitar alagamentos, mas para afastar as pessoas dos leitos dos rios.
De acordo com Fernandes, que é engenheiro civil, a solução para o problema é a combinação de medidas estruturais com não estruturais. “Precisamos de uma boa gestão do uso do solo. Deixar para o rio o que é para o rio. Retirar as pessoas das áreas de risco. Criar tanques de contenção e implantar um sistema ousado de drenagem, que Curitiba ainda não tem”, diz.
Desassoreamento
Ao todo, a capital tem 25 parques com lagos que ajudam a represar a água da chuva. Mas na opinião de Nicolau Klüppel, ex-técnico do Instituto de Pesquisa e Planeja­mento Urbano de Curitiba (Ippuc) e criador de grande parte dos parques da cidade, são necessários mais 50.
Segundo Klüppel, a solução para enchentes de Curitiba está na acumulação da água. “O correto seria transformar todas as áreas de várzea (campos de inundação) em áreas de contenção”, diz. Para ele, os reservatórios existentes não estão defasados, o problema está na quantidade. “Precisamos criar várias piscininhas e piscinões ao longo dos rios Atuba, Barigui, Passaúna... A solução existe, o plano de drenagem de Curitiba e RMC, que re­­gulariza e regulamenta todo o sistema, foi concluído em 2002, mas pouca gente conhece ou obedece”, conta.
O desassoreamento das lagoas também é outro ponto que Klüppel acredita ser essencial. “Eu não sei como está agora, mas na minha época o desassoreamento era feito de três em três anos. Lagoas de contenção, desassoreamento periódico e o cumprimento do plano de drenagem resolveriam os problemas de enchente em Curitiba”, afirma.
Tempo seco, só em março

A chuva que causou alagamentos, desabamentos e morte em Curitiba e a região me­­tropolitana foi acima da mé­­dia. Em um dia, choveu cerca de 47% do volume que era esperado para o mês. De acordo com o Instituto Tecno­lógico Simepar, foram 66,8 mm de chuva, quando o índice de todo o mês varia entre 150 mm e 175 mm. Hoje, a previsão é de mais chuva. São esperadas pancadas fracas e mais esparsas. Cada milímetro de chuva equivale a um litro de água despejado em uma área de um metro quadrado.

Segundo o meteorologista Lizandro Jacobsen, a chuva dos últimos dias estão associadas a uma frente fria, o que pode ter reforçado o volume de chuva que, em fevereiro, já está acumulado em 203 mm. “As próximas duas quinzenas devem manter o padrão de chuvas com pancadas fracas a moderadas à tarde. Dias mais secos são esperados apenas para março”, comenta.
Segundo o Simepar, as chuvas de janeiro e fevereiro não são tão incomuns e nem se aproximam das maiores volumes registrados nos últimos anos. Segundo o órgão, o que mais chama a atenção é a quantidade. Em dois meses foram apenas sete dias sem água na capital.
 
Prefeitura reconhece que sistema está no limite.
O superintendente de Obras e Serviços da Secretaria de Meio Ambiente de Curitiba, Sérgio Galante Tocchio, afirma que, se os lagos localizados em parques de Curitiba não existissem, as inundações seriam maiores e mais frequentes. “Quando vemos a imagem do Barigui e do São Lourenço inund.ados, não é para se preocupar. Eles estão cumprindo a função deles, que é drenar a água da chuva”, diz.

Mas, segundo o superintendente, o número de lagos não acompanha o ritmo de impermeabilização do solo. Por isso, a prefeitura planeja investir na recuperação de antigos lagos e na criação de novos. No momento, os que mais precisam de adequações são o Barigui e o São Lourenço, justamente os que inundaram. “Os projetos estão prontos, estamos na fase de captação de recursos. No Barigui, por exemplo, vamos criar mais lagos de contenção ao longo da extensão do rio”, revela. Segundo a prefeitura, todos os lagos são desassoreados a cada cinco anos. E cada processo custa, em média, R$ 2 milhões, dependendo do tamanho do lago.
O prefeito Luciano Ducci informou que devem ser feitos investimentos em dragagem e despoluição dos rios de Curitiba para evitar novas enchentes. De acordo com ele, a prefeitura aguarda a liberação de recursos da Agência Francesa de De­­senvolvimento e do PAC 2 para o projeto Viva Barigui, que revitalizará o rio, com a retirada de ocupações irregulares e a construção de piscinões ao longo do rio. Além disso, também devem ser realizadas dragagens e a despoluição de outros rios da cidade. De acordo com Ducci, porém, a chuva de segunda-feira foi muito forte. “Ontem choveu o equivalente a 15 dias. Não tem sistema que dê conta”, disse.
O diretor-presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Nunes, afirmou que é necessário um volume muito grande de dinheiro para resolver o problema das chuvas. “Mais de R$ 1 bilhão está sendo investido em obras de drenagem em Curitiba e RMC para solucionar os problemas das enchentes, mas precisamos de mais recursos”, diz. (GA)
Fonte: Gazeta do Povo
Fotos: Dico Slaviero